Notícias da Hora
Oposição denuncia mais mortes em Homs
Dezenas de civis morreram nesta quarta-feira nas ações das forças de segurança sírias em Homs, epicentro da rebelião contra o regime do presidente Bashar al-Assad, submetida a intensos ataques há cinco dias,
Veja as manchetes dos principais jornais nesta quarta-feira
*
Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Governo teme que crise nas policias chegue a 6 Estados
Leia mais (08/02/2012 - 06h47)
Indústria de aplicativos gera 500 mil empregos nos EUA em 5 anos
A explosão de aplicativos para smartphones, tablets e Facebook já geraram quase 500 mil empregos nos Estados Unidos desde 2007, de acordo com um estudo financiado pela TechNet, que foi publicado nesta terça-
Palmeiras conta pela 1ª vez com todos os reforços para 2012
O Palmeiras pode entrar em campo hoje, contra o XV de Piracicaba, com a formação mais renovada do ano. Pela primeira vez, Luiz Felipe Scolari poderá contar com todos os reforços que chegaram ao clube em 2012
Technip consegue contrato de US$ 2,1 bi com a Petrobras
O grupo francês de engenharia de petróleo Technip obteve um importante contrato com a Petrobras no valor de 2,1 bilhões de dólares, anunciou a empresa nesta quarta-feira em um comunicado. O contrato, com dur
Ladrão se entrega à polícia para denunciar pedófilo na Austrália
Um ladrão australiano se entregou à polícia para poder denunciar um pedófilo de quem acabara de roubar a pasta e dois telefones celulares contendo fotos de pornografia infantil, informou nesta quarta-feira a
Suspeito de tráfico morre em troca de tiros com a polícia
Um suspeito de tráfico de drogas morreu e outro ficou ferido em troca de tiros com a polícia na favela Paraisópolis, zona sul de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira. Outros dois suspeitos foram detido
Por que um Dia Internacional da Mulher?
Consagrada como Dia Internacional da Mulher, a data de 8 de março vem sistematicamente propiciando em toda parte eventos culturais ou festivos que são promovidos por entidades ou grupos que pretendem contribuir, de alguma forma, para a perpetuação do seu simbolismo.
Simbolismo que justifica a sua existência e a sua celebração, a despeito dos questionamentos que surgem às vezes, principalmente por elementos do sexo oposto, que não estão inteirados do seu verdadeiro sentido, e costumam indagar: "Por que um Dia Internacional da Mulher?"; "Por que não também do Homem?"
Na verdade, embora a sua existência se prenda a intensos movimentos de reivindicação política e trabalhista, a greves, passeatas e perseguição policial, em acontecimentos que tiveram lugar na primeira década do século XX, essa data simboliza a busca da igualdade social entre homens e mulheres, arduamente conquistada no decorrer do século precedente até chegarmos às transformações que, neste século, estabeleceram a consciência do papel da mulher como trabalhadora e cidadã, contribuindo para o desenvolvimento social e o bem-estar geral.
Com efeito, embora essa celebração muitas vezes esteja associada a um incêndio ocorrido numa fábrica em Nova York, em 1911, nos Estados Unidos, que marcou o ativismo feminista naquele país, a sua origem foi detectada já em 1910, quando na Primeira Conferência Internacional de Mulheres da Internacional Socialista, realizada em Copenhagen, foi proposta pela alemã Clara Zetkin, passando a ser comemorado em datas variadas, sendo-lhe consagrado o dia 8 de março apenas na década de 60, com a revitalização do feminismo, acabando por ser oficialmente instituído pela ONU em 1975, ano que fora designado "Ano Internacional da Mulher".
Desde então, a data tem por objetivo lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres em seus respectivos países como também as discriminações a que estão ainda submetidas muitas mulheres em vários lugares do globo.
A periodicidade dessa comemoração, portanto, traz em seu bojo uma história muito significativa das dificuldades encontradas pelas mulheres de todo o mundo para construir a sua ascensão à igualdade de oportunidades e participação na vida social, e das conquistas que, sem desmerecer o papel que continuam a exercer no seio da família, na procriação e na criação dos filhos vieram permitir-lhes, através de muitas lutas, não só colaborar com seus proventos para a renda familiar e assim constituir profissionalmente para o desenvolvimento e o progresso da nação, mas também, pelo voto e pela representação política arduamente conquistados, alterar o seus status na sociedade proporcionando-lhes o acesso igualitário a cargos e postos que antes lhe eram vedados.
São motivos suficientes para a celebração de uma efeméride que, tendo dimensão global, faz ruir as fronteiras das raças e nacionalidades, e nos transforma, as mulheres do mundo, numa grande irmandade com aspirações comuns e ações solidárias!
* Ivette Senise Ferreira é presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo


